Monte Moriá
O Monte Moriá tem grande importância na história religiosa e simbólica do judaísmo, cristianismo, islamismo e da Maçonaria. Lá, foi construído, em cooperação internacional com o rei de Tiro, o Templo de Salomão. O templo havia sido idealizado por David, rei de Israel, mas só foi construído por Salomão, seu filho e sucessor. A história e lenda do Templo de Salomão e do Monte Moriá mistura-se com lendas místicas da Ordem dos Templários, com a história do povo judeu, com cultos pagãos e, mais tarde, também com o islamismo.
Hoje, a cúpula dourada da Mesquita Azul, no alto do monte, é visível de qualquer parte de Jerusalém e é o principal cartão-postal da cidade: uma cúpula imponente que reflete a luz solar. É a marca do islamismo em Jerusalém. Ao tempo de Salomão, o templo deveria ser também a construção mais visível de Jerusalém como o é, hoje, a cúpula dourada da Mesquita Azul. No Monte Moriá foi também construída a mesquita El-Aksa ou Mesquita Distante. Fica à direita de quem sobe o monte, entrando pelo Portão do Lixo, deixando à esquerda o Muro das Lamentações. A Mesquita Distante foi construída entre 709 e 715 pelo filho do construtor da Mesquita Azul. Pouco resta da construção original já que ela foi reconstruída várias vezes. Foi usada pelos Cruzados no século XI e, mais tarde, foi o quartel general dos Templários. Estudos indicam que nesse local, provavelmente, estava localizado o Templo de Salomão. Na Mesquita Distante não é permitida a entrada de visitantes. Do seu portão principal se tem a melhor vista da Mesquita Azul. Pedi e me foi concedida autorização para, da porta da mesquita, fotografar a sua vizinha gigante Mesquita Azul. Um dos guardas, que não ouviu a autorização dada pelo seu colega, começou a gritar comigo. Ele imaginou que eu estivesse desrespeitando a ordem e filmando a mesquita, o que é proibido. Quando os dois se comunicaram, continuei o meu trabalho, filmei tranqüilo e saí. O eco da discussão entre eles ficou ainda por alguns instantes. A Mesquita Azul, daquele ângulo, é simplesmente majestosa! A beleza, os lustres, os tapetes, a pedra sagrada estão lá, independente do desentendimento entre árabes e judeus, desafiando o tempo como nas construções judaico-cristãs.
Hoje, a cúpula dourada da Mesquita Azul, no alto do monte, é visível de qualquer parte de Jerusalém e é o principal cartão-postal da cidade: uma cúpula imponente que reflete a luz solar. É a marca do islamismo em Jerusalém. Ao tempo de Salomão, o templo deveria ser também a construção mais visível de Jerusalém como o é, hoje, a cúpula dourada da Mesquita Azul. No Monte Moriá foi também construída a mesquita El-Aksa ou Mesquita Distante. Fica à direita de quem sobe o monte, entrando pelo Portão do Lixo, deixando à esquerda o Muro das Lamentações. A Mesquita Distante foi construída entre 709 e 715 pelo filho do construtor da Mesquita Azul. Pouco resta da construção original já que ela foi reconstruída várias vezes. Foi usada pelos Cruzados no século XI e, mais tarde, foi o quartel general dos Templários. Estudos indicam que nesse local, provavelmente, estava localizado o Templo de Salomão. Na Mesquita Distante não é permitida a entrada de visitantes. Do seu portão principal se tem a melhor vista da Mesquita Azul. Pedi e me foi concedida autorização para, da porta da mesquita, fotografar a sua vizinha gigante Mesquita Azul. Um dos guardas, que não ouviu a autorização dada pelo seu colega, começou a gritar comigo. Ele imaginou que eu estivesse desrespeitando a ordem e filmando a mesquita, o que é proibido. Quando os dois se comunicaram, continuei o meu trabalho, filmei tranqüilo e saí. O eco da discussão entre eles ficou ainda por alguns instantes. A Mesquita Azul, daquele ângulo, é simplesmente majestosa! A beleza, os lustres, os tapetes, a pedra sagrada estão lá, independente do desentendimento entre árabes e judeus, desafiando o tempo como nas construções judaico-cristãs.


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