Esse mundo louco...
Passado o período da Guerra Fria, onde o mundo se dividia em dois modelos –os adeptos ao Comunismo da União Soviética ou o modelo chinês de Mao Tse Tung de um lado e o modelo capitalista americano do outro- parece que o Brasil esqueceu tudo aquilo que os adeptos da esquerda e da direita lutavam.
Antes, éramos contra a política de remessa de lucro. Hoje corremos atrás de investimentos do exterior para aquecer nossa economia.
Antes os políticos de esquerda eram contra a energia de fonte nuclear, hoje, o país pensa em contratar a mesma –ou as mesmas – usinas a um preço, no mínimo, 4 vezes mior.
Antes, criticavam a política de socorro aos bancos, hoje, expomos o modelo aos países que não o adotaram como solução ara o mundo.
Enfim, no campo político, as universidades, os intelectuais e toda a sociedade lutavam e criticavam o modelo baseado na economia de mercado e, depois de assumirem o poder.... tudo continuou como dantes.
E a corrupção? A corrupção ao que parece, incorporou na cultura do povo e dos políticos porque serve de mote de piadas nos programas da Globo e matéria para os chargistas. Depois da piada... parece que tudo fica no mesmo como se o grande objetivo fosse, apenas, gerais mais piadas como se a piada perdoasse os corruptos! Ah, ainda aumenta a permanência do corruptor na mídia.
Enquanto isso, os cientistas chamam a atenção para os graves perigos do aquecimento global, mas quando essa “verdade inconveniente” contraria os interesses econômicos, vêm logo os desmentidos ou, no mínimo, alguém dizendo, em nome da ciência, que o fato não é tão grave. Enquanto isso, o mundo não tem coragem de implantar um rígido controle de natalidade, não tem coragem e nem força para controlar a qualidade da água que bebemos destruindo as cabeceiras dos rios, não tem coragem nem educação para controle da poluição e assim por diante.
Em nome de uma indústria que gere empregos, o governo –ou os governos- estimula o uso do veículo particular, entupindo as ruas, poluindo o ar que respiramos e endividando as famílias ao estimular a compra de veículos com possibilidade de pagamento em até 76 meses mesmo sabendo que um automóvel tem envelhecimento programado! Ah, esquecem o transporte coletivo!
Politicamente, estamos impondo um modelo que impede o aparecimento de estadistas: entrar na política transformou-se numa aventura para pessoas sem escrúpulos, eleitos pelos seus marqueteiros. Como o mais importante é a garantia do emprego poucos se interessam pelos grandes problemas do país ou de sua região. Tudo é feito para garantir a continuidade do emprego, ou seja: o seu próximo mandato.
Onde vamos parar não sei. Sei, apenas, que não é o melhor caminho. Talvez, obedecendo a lei do movimento pendular, estamos apenas acelerando a mudança de regime que, via de regra, virá como reação a esse estado de coisas. A história nos ensina e compete a nós aprender a lição.
As gerações futuras terão que criar algo novo porque a atual, pode ser pessimismo de minha parte, está dando um péssimo exemplo!
Antes, éramos contra a política de remessa de lucro. Hoje corremos atrás de investimentos do exterior para aquecer nossa economia.
Antes os políticos de esquerda eram contra a energia de fonte nuclear, hoje, o país pensa em contratar a mesma –ou as mesmas – usinas a um preço, no mínimo, 4 vezes mior.
Antes, criticavam a política de socorro aos bancos, hoje, expomos o modelo aos países que não o adotaram como solução ara o mundo.
Enfim, no campo político, as universidades, os intelectuais e toda a sociedade lutavam e criticavam o modelo baseado na economia de mercado e, depois de assumirem o poder.... tudo continuou como dantes.
E a corrupção? A corrupção ao que parece, incorporou na cultura do povo e dos políticos porque serve de mote de piadas nos programas da Globo e matéria para os chargistas. Depois da piada... parece que tudo fica no mesmo como se o grande objetivo fosse, apenas, gerais mais piadas como se a piada perdoasse os corruptos! Ah, ainda aumenta a permanência do corruptor na mídia.
Enquanto isso, os cientistas chamam a atenção para os graves perigos do aquecimento global, mas quando essa “verdade inconveniente” contraria os interesses econômicos, vêm logo os desmentidos ou, no mínimo, alguém dizendo, em nome da ciência, que o fato não é tão grave. Enquanto isso, o mundo não tem coragem de implantar um rígido controle de natalidade, não tem coragem e nem força para controlar a qualidade da água que bebemos destruindo as cabeceiras dos rios, não tem coragem nem educação para controle da poluição e assim por diante.
Em nome de uma indústria que gere empregos, o governo –ou os governos- estimula o uso do veículo particular, entupindo as ruas, poluindo o ar que respiramos e endividando as famílias ao estimular a compra de veículos com possibilidade de pagamento em até 76 meses mesmo sabendo que um automóvel tem envelhecimento programado! Ah, esquecem o transporte coletivo!
Politicamente, estamos impondo um modelo que impede o aparecimento de estadistas: entrar na política transformou-se numa aventura para pessoas sem escrúpulos, eleitos pelos seus marqueteiros. Como o mais importante é a garantia do emprego poucos se interessam pelos grandes problemas do país ou de sua região. Tudo é feito para garantir a continuidade do emprego, ou seja: o seu próximo mandato.
Onde vamos parar não sei. Sei, apenas, que não é o melhor caminho. Talvez, obedecendo a lei do movimento pendular, estamos apenas acelerando a mudança de regime que, via de regra, virá como reação a esse estado de coisas. A história nos ensina e compete a nós aprender a lição.
As gerações futuras terão que criar algo novo porque a atual, pode ser pessimismo de minha parte, está dando um péssimo exemplo!

